Estação de Transbordo



A Estação de Transbordo, está localizada junto ao Aterro Sanitário de São Giácomo, é gerenciada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) e operacionalizada pela Codeca e conta com 22 colaboradores. Na Estação de Transbordo a Companhia faz a transferência dos resíduos coletados, pelos caminhões compactadores, para os equipamentos de grande porte (carretas com capacidade de 65 metros cúbicos), que realizam o transporte até a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) Rincão das Flores. São 10 funcionários que trabalham no transporte dos resíduos.

O Aterro Sanitário de São Giácomo está encerrado desde 2010. Atualmente são realizados apenas serviços de monitoramento, manutenção, conservação e tratamento de gases e efluentes líquidos.

Aterro Sanitário



CENTRAL DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS (CTR) RINCÃO DAS FLORES


A Prefeitura de Caxias do Sul inaugurou, em abril de 2010, a Central de Tratamento de Resíduos de Rincão das Flores, no distrito de Vila Seca, sendo a Codeca a empresa encarregada da operação desde a inauguração. Este trabalho é realizado atualmente por uma equipe de  aproximadamente 30 funcionários, incluindo engenheiros, operadores de ETE, operadores de máquina, motoristas, pedreiros, encanadores e auxiliares.

A CTR recebe diariamente uma quantidade aproximada de 360 toneladas de resíduos sólidos urbanos e encontra-se em plena operação, representando uma segurança muito grande para o Município de Caxias do Sul em relação a outras cidades do Estado e do País.

Localizada numa área de 275 hectares, a CTR foi preparada para garantir proteção ambiental de acordo com as exigências dos órgãos licenciadores. Para evitar a contaminação do solo, a área é preparada camadas de argila compactada e membranas de polietileno de alta densidade (PEAD), que garantem a preservação do solo e do meio ambiente. Todo o chorume (líquido orgânico resultante da decomposição do lixo) é canalizado, tratado e descontaminado. Após passar por 3 etapas de tratamento: lagoas facultativas, biológico e físico-químico, o efluente é utilizado para irrigação da área do CTR, através de um sistema de aspersores, similar ao utilizado na agricultura. A destinação final dos gases gerados pelo aterro é a queima. 

Diversos monitoramentos são realizados para garantir que não ocorra impacto ambiental na área do empreendimento e no seu entorno. Análises químicas são realizadas com frequência nos poços de monitoramento (piezômetros), no efluente bruto e  tratado, no solo onde ocorre o lançamento do efluente e também nas águas superficiais no entorno do aterro. Estes monitoramentos fazem parte das exigências do órgão fiscalizador estadual (FEPAM).

Já foram executadas 5 células de disposição de resíduos, atualmente está em preparação a 5ª célula com uma área de 27,5 mil m². Trata-se de uma área impermeabilizada que poderá receber resíduos até o fim do ano de 2018. Após essa data novas células poderão ser construídas garantindo longevidade ao aterro sanitário municipal.



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